22 de maio de 2012

Militares protestam em Copacabana por reintegração

Cerca de 500 pessoas participaram da manifestação que contou com o apoio de outros segmentos do serviço público
Em defesa dos militares exonerados pelo Estado, um ato público aconteceu na manhã de ontem, em Copacabana na Zona Sul do Rio. A manifestação teve como objetivo reverter a condenação e as represálias contra 14 bombeiros e 19 policiais militares excluídos pelo governo das corporações, após a participação na última greve em 2011.
Estamos aqui pedindo a nossa anistia, pois fomos expulsos arbitrariamente. São chefes de família que estão lutando há mais de um ano por dignidade e procurando diálogo com o Governo do Estado. O poder público vem criminalizando todo o movimento social de luta por dignidade, nós queremos sentar e dialogar, só isso. Acreditando que lutar não é crime então nós não estamos cometendo crime nenhum nós queremos colocar sustento na nossa casa, são todos militares com comportamentos excepcionais dentro da corporação, só estamos pedindo para sermos tratados com dignidade e acreditamos no nosso retorno, que o governo vai sentar conosco, vai trazer esses militares de volta, vai dar um salário digno para a instituição é isso que nós estamos buscando há mais de um ano, explicou um dos 14 bombeiros exonerados da corporação, o cabo Benevenuto Daciolo.
Ainda de acordo com o Daciolo enquanto o governo não aceitar o diálogo com os exonerados, os atos públicos continuarão a acontecer.
Segmentos públicos
Diversos segmentos do serviço público estadual e de parlamentares participaram da manifestação.
Além do apoio dos segmentos públicos do Rio de Janeiro, representantes de outros estados também estiveram presentes na manifestação como Ceará e Santa Catarina.
O Policial Militar e representante da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (AMESE), sargento Edgar Menezes era um dos que estavam presentes apoiando o ato.  Nós viemos apoiar, porque não achamos justo os outros estados do país não receberem um salário justo, não podemos compactuar com isso, estamos trabalhando no país inteiro pra que essa PEC seja aprovada assim como foi em Sergipe, por que o serviço é o mesmo.
Outra que também estava apoiando o ato era a representante do Sindicato dos Profissionais de Educação (Sepe), Rosilene Almeida.
A política do governo tanto municipal, mas principalmente estadual, é justamente calar os servidores no seu direito de luta por melhores condições de trabalho, melhores condições de salário. A perseguição política que está havendo com todos os trabalhadores está em todos os setores, claro que tem o símbolo que são os bombeiros, que é um escândalo isso, enquanto o Sérgio Cabral está dentro da corrupção e fora de uma CPI, não coloca as suas contas claras, ele justamente persegue trabalhadores e trabalhadores que lutam pelo seu direito de reivindicação, então dentro do próprio sindicato existem vários profissionais de educação que estão sofrendo processo, assédio moral dentro das escolas, justamente por que fizeram greve. Por isso nós estamos aqui dando a apoio para intensificar as lutas, disse Rosilene.
Fonte: Jornal Povo do Rio (Tamiris Rodrigues)

21 de maio de 2012

Viaturas da PM são recolhidas por não pagamento de IPVA


Depois da polêmica envolvendo viaturas da polícia militar em Pimenta Bueno, o governo resolveu retirar de circulação três viaturas que estavam com IPVA atrasado.
Um caminhão guincho fez a remoção dos veículos na manhã de sexta-feira (18).

Em entrevista coletiva o tenente Luis Carlos esclareceu alguns pontos com relação a irregularidade das viaturas. Na ocasião Luis Carlos ressaltou que a responsabilidade sobre os impostos de tais veículos não é da polícia e nem do governo, haja visto, que os veículos são de uma empresa particular a qual loca esses veículos para o governo, portanto é de total responsabilidade da empresa o pagamento de todo e qualquer imposto.

Como fica o patrulhamento e segurança?

O tenente Luis Carlos garantiu que isso não afetará a segurança da população, que a polícia vai continuar trabalhando para manter a ordem. “É claro que faz falta, porém não será fator determinante para que afete a qualidade de nosso trabalho”.

A quem diga que veículos de outros órgãos também podem estar em situação irregular, haja visto que a mesma empresa também tem veículos locados a outros órgãos não só de Pimenta Bueno como também de outros municípios. Agora cabe ao governo cobrar a regularização por parte da empresa contratada ou a irresponsabilidade mudará de lado. 

Um caminhão guincho da empresa Val Car de Cacoal fez a remoção dos veículos na manhã desta sexta-feira (18).

 Depois da polêmica envolvendo viaturas da polícia militar em Pimenta Bueno, o governo resolveu retirar de circulação três viaturas que estavam com IPVA atrasado, uma delas é a viatura que capotou no último domingo dia 13. 


Fonte:Rondonia ao Vivo

13 de março de 2012

Covardia! Cabo Daciolo e mais 12 são expulsos do Corpo de Bombeiros

Reprodução do portal IG


A maior covardia da história da corporação. Infelizmente, conforme já era esperado pelo andar da carruagem, foi confirmada no final desta tarde a expulsão do cabo Daciolo e mais 12 bombeiros. Além de Daciolo, serão excluídos os cabos Alexandre Salvador de Azevedo, Paulo Roberto Noronha dos Santos Junior, Adhemar de Queiroz Balthar Junior e Andrei Carlos Azevedo dos Santos, os sargentos Heraldo Correia Vieira, Alexandre Gomes Matias, Wallace Rodrigues Chaves, Harrua Leal Ayres, André Manoel Pontes Matos, Daniel Alves dos Santos e Paulo Edson de Campos do Nascimento, além do subtenente Valdelei Duarte.

O ato foi assinado esta tarde pelo comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, que se acovardou diante do ultimato recebido do ditador Cabral. Ou expulsava ou seria demitido. Preferiu garantir o cargo e assumiu o papel de carrasco dos bombeiros.

Treze pais de família, honestos, que têm no currículo centenas de vidas salvas, milhares de ações de socorro à população, por terem defendido os seus direitos e um salário digno, foram sumariamente julgados, sem direito à ampla defesa numa afronta à Constituição, apenas para saciar a sede de vingança de um ditadorzinho arrogante e ensandecido.

Não tenho dúvidas de que isso será revertido na Justiça e darei todo o meu apoio aos bombeiros nessa luta. A verdade e a justiça podem demorar, mas prevalecerão. Esses heróis não merecem tamanha covardia. São perseguidos políticos. Mas seus nomes têm lugar garantido na galeria dos bravos que lutaram pelo Corpo de Bombeiros. Já para o coronel Sérgio Simões restará um lugar na lista dos covardes que desonraram a corporação e traíram seus comandados.

Minha solidariedade a todos os bombeiros e suas famílias.

26 de fevereiro de 2012

Ele continua o mesmo



Collor: se matando de trabalhar em janeiro
Janeiro é um mês morto no Congresso. Morto porque não há trabalho parlamentar, porque nem o setor de protocolo funciona para registrar eventuais demandas dos gabinetes. E também porque os senadores, em sua esmagadora maioria, estão de férias, longe de Brasília.
Assim, sem expediente, seria natural que os nobres parlamentares gastassem pouco ou quase nada em janeiro. Quarenta dos 81 senadores, por exemplo, não tocaram na verba indenizatória a que têm direito. Outros, mandaram ver.
Neste ranking, Fernando Collor foi o campeão. Torrou 30 800 reais — 27 300 reais só em combustível. A assessoria de Collor garante que ele trabalhou bastante em janeiro.
Fonte: Veja

FALTA CORAGEM PARA DEBATER SEGURANÇA NO BRASIL




Em entrevista ao Jornal Gazeta do Povo, da cidade de Londrina/PR, odeputado federal Mendonça Prado (DEM/SE) disse que falta coragem ao Governo Federal para debater segurança pública.
Um dos principais defensores da Proposta de Emenda à Constituiçãoque cria o piso nacional para policiais civis, militares e bombeiros, o parlamentar sergipano garante que há ambiente para a aprovação da matéria “por unanimidade”. Se­­gundo ele, o projeto – conhecido como PEC 300, mas que tramita apensada à PEC 446/2009 – só está travado porque a União é omis­­sa em relação ao seu papel na área.
Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime organizado da Câmara dos Deputados, Prado foi relator da PEC 300 na Comissão de Cons­­tituição e Justiça. A proposta, apresentada em 2008, foi aprovada pelo plenário da Casa em primeiro turno em 2010, mas acabou engavetada porque obrigaria a União a contribuir com os salários dos policiais. O deputado também vé autor da PEC 63/2011, que cria o Fundo Nacional de Valorização do Profissional de Segurança Pública, instrumento que garantiria mais recursos federais para a criação do piso nacional.
Há clima para retomar a votação do piso salarial dos policiais depois dos incidentes ocorridos durante a greve na Bahia?
Sim. A maioria dos parlamentares está disposta a votar. Eu inclusive tenho um documento com as assinaturas de todos os líderes partidários, menos o do PT, a favor da colocação da proposta na pauta. Não vejo nenhuma restrição em função das últimas manifestações na Bahia e no Rio de Janeiro. Aliás, elas são uma mostra da importância deste tema.
Então, se não houver influência do governo para barrar a proposta, ela será aprovada?
Será e por unanimidade. Falta co­­ragem ao governo federal para de­­bater a segurança. Não dá mais pa­­ra se omitir.
De onde sairiam os recursos para bancar o piso?
O Brasil tem apresentado aumentos consideráveis de arrecadação ao longo do tempo. O que eu proponho é que seja destinada uma parte desses recursos federais para a constituição de um fundo, que seria uma fonte de transferências obrigatórias para os estados na área de segurança pública. É o que já acontece, por exemplo, na área de saúde e habitação. Nós queremos que a responsabilidade seja compartilhada entre os estados e a União. O Brasil é uma república federativa. A União não pode socorrer os estados apenas quando eclodem situações como a da Bahia, quando a presidente aí sim vai à televisão falar de segurança pública. Nós queremos que o governo dê a sua contribuição no cotidiano, não apenas na hora de repreender.
Qual seria o tamanho da contribuição da União?
Hoje existem fundos criados em normas infraconstitucionais que asseguram alguns investimentos em equipamentos e capacitação das polícias. Só que esses fundos são insuficientes. Nós queremos um fundo robusto, alimentado por uma fração do que é arrecadado com Imposto de Renda e de Impostos sobre Produtos Indus­trializados para a área de segurança. Os estados já fazem a sua parte. O que o Brasil precisa é que a União exerça um papel equalizador, que gere as condições para uniformizar valores. Nós não podemos ver uma polícia bem pa­­ga em um estado e mal em outro. O crime que está sendo reprimido em um estado organizado vai migrar para outro lugar. Esse fenômeno já existe hoje, com a interiorização da violência. Há municípios do interior com 30 mil habitantes e que só têm dois policiais. Esse processo não é de hoje, é antigo.Vivemos um problema estrutural.
O governo já deu sinais de que 2012 será mais um ano de austeridade e cortes orçamentários. Será possível defender uma proposta que aumenta os gastos?
Nós vamos fazer um debate político e técnico sobre esse tema. Um país que quer sediar uma Copa do Mundo, que quer realizar uma Olimpíada, precisa ser um país à altura desses desafios. Não é só problema de segurança. Hoje nós enfrentamos altos índices de criminalidade porque no passado não investimos na área social, em educação. Não é um problema que dá para protelar.Não dá para achar que o país vai bem porque está construindo estádios defutebol.


Qual seria o impacto financeiro real da implantação do piso na­­cional?
Essa é uma discussão por enquanto infrutífera. Tem estados que nem precisam da aprovação da PEC porque já pagam bons salários. Por incrível que pareça isso acontece com estados com economias mais frágeis. Sergipe, por exemplo, paga um piso de R$ 3,4 mil para os soldados da PM. É uma questão de política pública e gestão, em que todos precisam sentar e decidir o quanto é necessário. Nós queremos que o governo federal complemente folhas de pagamentoe organize uma política padronizada de segurança em todo país. O que está acontecendo hoje é que o governo federal está colocando no ar uma imagem de que está lutando pela ordem, mas na verdade ele está fugindo do debate sobre as suas responsabilidades na segurança.
Qual o valor ideal para o piso?
Gira em torno de R$ 3,4 mil. É o que estados menores já estão pagando. Precisamos estabelecer uma política permanente e, logo em seguida, regras de reestruturação da segurança. Por exemplo: não seria melhor unificarmos as polícias civil e militar? Eu vejo como uma boa saída. Nós temos muitos graus hierárquicos na PM brasileira. É uma réplica das forças armadas. Será que isso é útil para combater o crime nos grandes centros urbanos?
O debate sobre a unificação das polícias está suficientemente maduro?
Na maioria dos estados brasileiros a polícia civil ganha “x” e amilitar ganha “y”. Só essa desigualdade de remuneração já cria uma espécie de competição. Para o cidadão, não interessa quem está ganhando mais ou menos. O que ele quer é segurança. Por que não organizar as duas polícias dentro de uma mesma estrutura, dividida em departamentos? Hoje é difícil até equiparar os salários entre um soldado da PM e um investigador da polícia civil. Seria mais fácil se todos fossem agentes de segurança pública.
É correto dizer que o problema da segurança no Brasil é só salário?
A segurança pública brasileira está um carnaval. Precisa ser tratada com seriedade. Não é só salário, que é fundamental, mas a polícia precisa deinfra-estrutura. Está faltando bom senso e vontade de tratar o problema na sua profundidade. Parece que o governo quer passar a mensagem: nós botamos para quebrar na Bahia e em ne­­nhum outro lugar vai haver protesto. Só que a sociedade quer soluções de longo prazo.
fonte: Plenários

7 de fevereiro de 2012

BA: Greve de PMs na Bahia é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais

Na tarde desta segunda-feira (06) o assunto 'PM da Bahia' entrou nos Trending Topics do Twitter nacional como um dos temas mais abordados na rede.

A greve da Polícia Militar da Bahia não é apenas o assunto mais noticiado pelos sites, jonais e emissoras de TV, ele é um dos fatos mais citados pelos internautas nas redes sociais. Na tarde desta segunda-feira (6), o assunto "PM da Bahia" entrou nos Trending Topics do Twitter nacional como um dos temas mais abordados na rede.

Desde o começo da greve a população vem se manifestando através das redes sociais em busca de informações, mas muitos estão compartilhando boatos e inverdades sobre fatos ocorridos na cidade.

O Correio24horas está transmitindo em tempo real as informações apuradas e confirmadas sobre a greve com as hastags #éverdade e #éboato para ajudar a população com informações corretas sobre o assunto.
Siga o twitter @correio24horas e curta a página doFacebook do Jornal Correio e fique por dentro das novidades sobre a negociação dos PMs.

6 de fevereiro de 2012

PE: Atenção policiciais e bombeiros Pernambucanos

ALERTA GERAL

Os policiais e bombeiros militares de Pernambuco devem ficar atentos. A qualquer momento a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará convocando uma Assembléia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho escravizantes, a falta de previsão das promoções e outras reivindicações que não foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfação entre PMs e BMs .
SOLIDARIEDADE
Neste momento, o coordenador Renílson Bezerra, o diretor José Carlos dos Santos e o advogado Dr. Adalberto Neto estão na Bahia em solidariedade a greve dos PMs daquele estado. Há uma possibilidade de movimento nacional, a qual deverá ser definida ainda esta semana em reunião extraordinária com todos os integrantes da Associação Nacional de Praças (ANASPRA).
Fonte:ACS-PE

19 de janeiro de 2012

PARÁ - Movimento grevista é recebido pelo governo


Uma comissão de policiais militares e bombeiros foi recebida, no final da manhã de hoje (19), pela chefe da Casa Civil, Sônia Feio, e pelo secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes Rocha, para uma tentativa de negociação que poderá encerrar ou não a greve iniciada ontem (18), após assembleia da categoria. O Comandante Geral do Corpo de Bombeiros do Pará, Coronel BM Donato e a secretária de Estado de Administração, Alice Monteiro, também compareceram à reunião.
Os manifestantes foram atendidos após realizar protesto em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG), na avenida Nazaré, entre Quintino Bocaiúva e Generalíssimo Deodoro. O local continua interditado. (DOL)
Fonte:DOL

Em greve, militares protestam na avenida Nazaré

Neste momento, policiais militares e bombeiros realizam protesto bloqueando o perímetro da avenida Nazaré, em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG). Os manifestantes alegam que uma reunião teria sido marcada, para às 9h de hoje (19), entre representantes do movimento grevista da categoria e do Governo do Estado.
Segundo informações do sub-tenente do Corpo de Bombeiros, Ari Leal, os grevistas teriam recebido uma ligação durante a assembleia de ontem, marcando uma nova rodada de negociações para esta manhã.
Por meio da Secretaria de Comunicação, o governo afirmou ao DOL que não foi agendada nenhuma reunião para hoje. Com relação às negociações para o reajuste salarial dos policiais e bombeiros militares, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) informou, em nota oficial, que “há uma clara disposição do governo em negociar com os militares por reconhecer a importância e a responsabilidade do trabalho  desempenhado por estes servidores”.
A promessa do governo é publicar, amanhã, um decreto instituindo uma comissão de negociação salarial permanente para os policiais e bombeiros militares. O aumento proposto pelo governo somente aos praças elevaria os salários dos soldados em mais R$ 539.

PARALISAÇÃO
Mesmo com a decisão tomada em assembleia geral, realizada ontem (18) à noite, de transferir para a manhã de hoje a deliberação sobre uma possível greve da categoria, policiais militares e bombeiros iniciaram por conta própria uma paralisação em diversos pontos da cidade.
O movimento começou logo depois da assembleia, realizada em frente à Associação dos Policiais Militares da Reserva (Aspomire), na avenida Pedro Miranda, na Pedreira, que reuniu centenas de policiais e bombeiros.
Em princípio, a categoria não aprova a proposta que o governo apresentou em reunião realizada, anteontem, de um aumento de 14,13% somente para os praças, deixando de fora os oficiais. Eles querem uma proposta só para todos.
A nota divulgada pela Segup ressalta que “dentro do limite que é possível oferecer sem ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Governo do Estado apresentou proposta de reajuste que eleva os salários dos soldados para R$ 2.128,80. Com o reajuste, as tropas paraenses passarão a ter o oitavo maior salário pago a policiais militares no Brasil”.
Em outro momento, segundo a Segup, “para evitar descontinuidade de policiamento e manter a segurança dos cidadãos nas áreas onde houve paralisação, a Polícia Civil foi deslocada para as ruas, junto com as Tropas de Missões Especiais da PM e com dez viaturas do Conselho de Segurança Pública do Meio Norte (Conen)”.
Por fim, a Segup diz que “o Delegado Geral de Polícia Civil, Nilton Atayde, o Delegado Geral Adjunto, Riomar Firmino, o Comandante geral da Polícia Militar, coronel Daniel Borges Mendes e todos os comandantes de batalhões da Região Metropolitana de Belém também estão nas ruas para assegurar a tranquilidade da população”.

28 de dezembro de 2011

Dilma barrou a PEC 300 em 2011


O governo da presidente Dilma Rousseff que,em 2011, manobrou para não deixar a Câmara concluir a votação do piso salarial único para a categoria, já fez uso eleitoral desta matéria.

A proposta, que altera a Constituição Federal, está pronta para ser votada em segundo turno no plenário e estabelece que o valor do contracheque seja único para policiais das 27 unidades da federação. A apreciação do texto está parada desde julho do ano passado.

“Este engavetamento está sendo promovido pelo mesmo governo que mandou para o Congresso a PEC 300 às vésperas da eleição e, agora, quer embarreirar o projeto”,

Estelionato eleitoral

A Associação Policiais, Cabos e Soldados do Paraná revela que, durante a campanha eleitoral de 2010, a campanha da então candidata Dilma Rousseff chegou a enviar cartas a policiais do país inteiro insinuando que o adversário dela, José Serra (PSDB), se eleito, retiraria a PEC de pauta.

Fonte:http://www.papodepm.com/

27 de dezembro de 2011

Marinha gasta R$ 657,9 mil em reformas e compras onde Dilma passa férias


do estadão.com.br
A Marinha gastou R$ 657,9 mil com reformas e compras de móveis para a casa onde a presidente Dilma Rousseff passa férias, na base naval de Aratu, na Bahia. Os gastos constam em cinco notas emitidas entre os dias 21 de novembro e 10 de dezembro deste ano, segundo levantamento feito pelo site Contas Abertas.
Na lista de compras divulgada pelo site constam seis frigobares (R$ 4,9 mil), oito televisões, sete DVD’s, um home theater um computador completo, no valor total de R$ 19,5 mil. Só as cortinas teriam custado R$ 37,3 mil. Já as reformas ficaram em R$ 195,4 mil.

Em resposta ao site, uma fonte militar informou que as compras e a reforma podem não ter sido feitas para receber a presidente, mas para atender ao “rodízio de manutenção” dos imóveis oficiais. A casa onde Dilma está hospedada é destino comum de presidentes da República em períodos de férias. Dilma ficará em Aratu até 10 de janeiro, acompanhada de familiares.

17 de dezembro de 2011

Os 300 voltaram...

Apesar de tudo, NADA MUDOU!!O GMAR continua PRONTO, UNIDO e MUITO INSATISFEITO!!A nossa luta ainda não terminou e não terminará enquanto não conquistarmos a nossa DIGNIDADE!! Logo, pensar que acabou é um grande equívoco; pensar que não há razões para se preocupar é uma ilusão!Infelizmente, os nossos companheiros AINDA não estão prontos!Mas, no GMAR, a INDIGNAÇÃO é a mesma de 8 meses atrás, com uma dose de revolta pelo descaso e desrespeito do governador!! Nós sabemos da nossa força e não abandonaremos os nossos irmãos na ''vala''; Maj Marcio Garcia, Cap Marchesine e Cb Daciolo estamos com os senhores até as últimas consequências!
Os 300 voltaram...  
JUNTOS SOMOS IMBATÍVEIS!!
Fonte: Comunidade PMs e BMs do Brasil

16 de dezembro de 2011

A luta continua: Protestos no Rio e no Ceará movimentam fim de semana na ‘segurança’


A luta continua: Protestos no Rio e no Ceará movimentam fim de semana na ‘segurança’

‘Sábado Vermelho’ deverá reunir milhares de pessoas. Campanha exige dignidade salarial.
A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro voltou a ouvir o clamor de bombeiros militares. Na manhã desta sexta-feira (16), vários BMs se reuniram em frente ao Poder Legislativo para reivindicar o piso salarial de R$ 2.000,00 e a volta de gratificações e vale-transporte, segundo informou o portal Terra.
No Ceará, as associações de militares estão convocando a categoria e seus familiares para o Sábado Vermelho. A mobilização será neste sábado (17), a partir das 8h.
“Vista-se de vermelho e saia em apoio ao bombeiro e ao policial”, diz a convocatória.
ParaibaemQAP

Bombeiros fazem protesto em frente à Assembleia do Rio

Bombeiros se reuniram, na manhã desta sexta-feira, em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) em protesto para reivindicar piso salarial de R$ 2 mil e cobrar a volta das gratificações e do vale-transporte.
Em junho deste ano, mais de 400 bombeiros foram presos depois de invadir o Quartel-General da própria corporação e só foram liberados depois de um serem beneficiados por um habeas-corpus. Na época, o governador Sérgio Cabral anunciou que anteciparia de dezembro para julho os seis meses de reajustes salariais.



FONTE: Comunidade PMs e BMs do Brasil

Governo oferece 10% para oficiais e abono para capitães

Brigada Militar quer reduzir defasagem em relação ao salário de delegado

O governo do Estado ofereceu, nesta quinta, 10% de aumento aos oficiais da Brigada Militar (BM) e um abono de R$ 400, exclusivo para capitães, em reunião na Casa Civil. O presidente da Associação dos Oficiais da corporação, coronel José Carlos Ricardi, avaliou que a medida serve pelo menos para reduzir a defasagem entre os salários de delegado de primeira classe e de capitão, que hoje é de 48%.

Ricardi disse que a proposta vai ser avaliada pela classe e reconheceu que a sinalização do governo é de atender a equiparação entre oficiais e delegados até o fim da gestão. O secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, reiterou que a prioridade do governo é valorizar os servidores da Educação e da Segurança, porém lembrou que cumprir a equiparação depende de variáveis, como o aumento da arrecadação.

Atualmente, um capitão da BM recebe entre R$ 3,5 mil e R$ 4 mil, enquanto o salário de um delegado em início de carreira é de R$ 7 mil. A proposta dos oficiais é realinhar o vencimento de capitão com o de delegado de 1ª classe; de major com o de delegado de 2ª; de tenente-coronel com o de delegado de 3ª; de coronel com o de delegado de 4ª.
Fonte: Correio do Povo

11 de dezembro de 2011

Com greve na PM, Exército é convocado para segurança em RO

Cerca de 1.200 militares já estão nas ruas de Porto Velho e interior. Segundo governo, 1.600 policiais não estão trabalhando no estado.




O governo de Rondônia pediu apoio de tropas do Exército para atuar na segurança nas ruas devido à greve da Polícia Militar no estado. Segundo o governo, 1.200 homens de batalhões do Exército de Rondônia, Acre e Amazonas já estão nas ruas da capital, Porto Velho, e de algumas cidades do interior apoiando o policiamento.
O governo diz que pelo menos 1.600 policiais militares estão em greve.
A informação sobre o envio de tropas do Exército para as ruas foi divulgada pelo general Ubiratn Potty, comandante 17ª Brigada de Infantaria de Selva, que coordena a operação, em entrevista coletiva com o secretário de Segurança do estado, Marcelo Bessa, e o comandante da Polícia Militar de Rondônia, Paulo Cesar de Figueiredo, na tarde de sexta-feira (9).
 O secretário disse na ocasião que o governo “não poderá mais conceder aumento e nem anistiar os policiais que aderiram à paralisação” e que houve uma reunião com líderes do movimento grevista buscando o fim da paralisação, mas que não houve acordo.

FONTE:Comunidade PMs e BMs do Brasil

7 de dezembro de 2011

RO - Doze cidades aderem ao movimento das esposas dos militares

A paralisação de parte dos serviços de segurança pública feito pela Policia Militar orquestrado pela comissão de esposa dos militares já alcançou 12 municípios no Estado, e caminha para o fechamento de mais quartéis, como forma de forçar o governo do Estado a rever sua posição e negociar com a categoria. O ponto de divergência e insatisfação aconteceu durante a última reunião com as representações da classe militar, quando o governo voltou atrás na proposta de 24% feita pelo próprio núcleo de negociação governamental.
Por deliberação em assembléia com as representações, na sede da ASPRA, em Porto Velho, as mulheres, Capital e Interior, resolveram suspender a negociação com a equipe do governo e decidiram pela mobilização, até que o governador Confúcio Moura receba as associações e retome as negociações, com a proposta de 44%.
No momento as mulheres responsáveis pela manifestação já aquartelaram os militares em Porto Velho, Guajará Mirim, Ariquemes, Nova Mamoré, Ouro Preto, Ji Paraná, São Miguel, Alta Floresta, Buritis, Rolim de Moura, Alvorada do Oeste e na tarde de ontem (06) foi a vez do município de Cacoal. 
Ordem Judicial 
A Associação dos Praças da Polícia Militar de Rondônia (Aspra) embora reconheça a legitimidade dos pleitos formulados pela Associação das Esposas, Pensionista e Familiares de Policiais Militares e Bombeiros Militares (Assesfam), informou que os associados não estão em greve, militares não fazem greve, mas apenas aquartelados em suas respectivas unidades, aguardando uma solução do governo do Estado quanto o desfecho da situação. Os dirigentes aguardam ainda que o governo se sensibilize para a realidade vivenciada pela população e que as negociações em torno das reivindicações da categoria sejam retomadas.
Fonte: Rondonoticias